quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Insatisfação em parecer insatisfeito

Dizem que eu reclamo muito da vida, mas eu vou reclamar disso. Em minha defesa: resumo a dizer que não me contento com resulltados não-satisfatórios e que momentos de revés são muito mais interessantes para fazer piada. Fazer questão de expor momentos positivos, isso sim me parece forçado. "Muuuuuuuito feliz", não vejo graça em postar, quando estou muito feliz dificlmente estou perto da internet. Ok, fazendo um balanço eu realmente posto mais reclamações do que bajulações ou afins. Minha conclusão é que a culpa está nas próprias redes sociais, que permitem e impulsionam a vigilância alheia que por sua vez permite chegar a essa conclusão que eu reclamo muito.

Sou feliz, mas poderia ser mais. Sofro da síndrome do aperfeiçoamento, onde sou agradecido por tudo que tenho mas não consigo me conformar perante aquilo que almejo e mereço alcançar. Dessa forma às vezes sou meio rude, e consequentemente mal interpretado. Mas continuo sendo eu. Alguém que não consegue forjar sorrrisos e paga um preço muito caro por isso. Alguém que aparenta ser dramático e talvez seja. Não quero justificar isso, apenas questionar a importância que é dada para tal fato.

As mil qualidades aparecem apagadas, em segundo plano, enquanto o que eu mais queria demonstrar eram elas, as mil, em efervescência, a pleno vapor. Não escrevo isso querendo nada além de externar a minha insatisfação em parecer insatisfeito para quem eu não queria parecer insatisfeito. Muito difícil de entender? Talvez. Mas o mais difícil já foi superado. Os reais motivos que colocam alguém pra baixo já foram superados. Muito antes desse questionamento. Ando com duas pernas e posso chegar muito longe graças a isso.

Triste é ser analisado de longe, onde cada passo é condenável ou aplaudível e qualquer motivo é entendível. Bom, eu realmente continuo me incomodando com muitas coisas. Mas num grau de bolação mínimo, que infelizmente a comissão julgadora não capta. O pior já passou, o melhor estar pra vir.

Encerro com uma carinha feliz em protesto e com a plena consciência que eu deveria ter sido mais claro e escrito muito mais, mas não tenho vontade por enquanto.

=D

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Ansiedade do Protagonista


Nossa história se passa precisamente nos anos dois mil e alguma coisa. Portanto, para deleite dos mais novos e indagações dos mais velhos, é normal que algumas tramas comecem ambientadas no âmbito virtual. O protagonista excerce um papel de intermediário entre público e mídia, convivendo assim com muitas pessoas. Por vezes, tal personagem esbarra com belos sorrisos no meio da multidão. Alguns bonitos, outros nem tanto. Ao esbarrar com o mais cativante deles, houve relutância. Afinal de contas, no meio de milhares de pessoas, ele já havia esbarrado com muitos sorrisos femininos que o fizeram balançar. Mas aquele sorriso voltava, e voltava. Junto com ele vinham pequenas impressões sobre um forte interesse em comum. Até quem um dia... escondidinho de carne da vó? Realmente, aí foi demais. Por trás de uma identidade secreta, nosso herói estabelece ali uma singela interação. Mais que isso, se vê impulsionado a ir no mercado comprar um escondidinho congelado. Não podia ser normal aquilo, mas o protagonista segue em frente. Afinal de contas, são realidades diferentes, distintas, existem barreiras... e isso sem contar o pequeno detalhe da identidade secreta!

O tempo passou, e aquele sorriso sempre esteve ali. As barreiras continuaram as mesmas. A vida segiu. Após uma triste decepção futebolística-amorosa, o protagonista compartilha suas frustrações com o público. A mesma multidão que lhe oferece sorrisos, também oferece palavras de incentivo. No meio de muitas tentativas, apenas uma pessoa consegue fazer o cidadão repensar e se reerguer. Por ironia do destino, tinha que ser justamente a mesma mulher, aquela do escondidinho, da fotinho que, no meio de tantas, teimava em chamar a atenção do protagonista.

Foram apenas dois momentos marcantes e tantos outros que passaram desapercebidos por um olhar platônico. Afinal, são realidades distintas, e ainda tem a identidade secreta... talvez se tivesse sido outro sorriso, outra fotinho, o caminho desse personagem teria sido mais fácil. Mas era ela.

O tempo passa mais um pouco e nosso protagonista cai. Desanimado, desacreditado ele resolve abandonar o seu posto de intermediário temporariamente. A multidão clama por esclarecimentos e no meio dela, adivinhem, aquela fotinho, aquele sorriso... junto com a sua despedida ao público, ele julga conveniente explicar a situação para ela. Pronto, identidade secreta revelada. Mas as outras barreiras permanecem intactas. Será? Nada que um vento não possa destruir ou ratificar a sua força. A partir daí duas pessoas aparentemente se acham no meio da multidão. Pequenos detalhes. Com uma sincronicidade avassaladora, descobrem uma infinidade de afinidades e uma vasta gama de assuntos. Nesse ritmo o assunto vai acabar antes de nos conhecermos pessoalmente. Talvez... e ainda existem outras barreiras... talvez.

Ele não tinha todo o tempo do mundo, mas disse que iria esperar. O tempo passou. E passou rápido... não existiam mais barreiras ou preocupações fortes o suficiente para segurá-los, apenas ansiedade pelo tão aguardado momento. E o inevitável está prestes a acontecer... o protagonista encerra aqui o seu relato, feito enquanto ela enche o tanque de gasolina do seu carro. Minutos em câmera lenta, horas que parecem uma eternidade. Em instantes ele irá conhecer a detentora daquele sorriso... talvez tenha sido apenas um devaneio compartilhado. Todavia, talvez tudo realmente faça sentido... e o público de filmes românticos sempre prefere acreditar nessa hipótese.

Em breve saberemos!

sábado, 30 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

No País de Tiririca e Garotinho, Ainda Há Esperança

As Eleições representam muito mais que o cumprimento da democracia, o exercício de um direito, a ESCOLHA DO SEU FUTURO. O rito envolvendo a votação representa aquele dia de 2 em 2 anos no qual todas as pessoas são obrigadas a sair de casa, da toca, cafofo, puxadinho, barracão ou o que seja. Até pra justificar o voto você tem que se mover... não adianta. O morro todo desce, os ricos saem de seus aposentos, a classe média transita... a pista ferve!

Muitas pessoas, assim como esse humilde narrador, por um misto de preguiça e saudosismo não transferem a seção eleitoral quando mudam de domícilio. Cria-se assim um hábito nostálgico de retorno às origens. Claro que quando faz frio e chove no domingo você se arrepende de ter mantido a seção... dependendo de onde você votar, terá a sensação que o nome ZONA realmente faz jus ao local de votação. Quando a gente acha que já viu quase tudo nessa vida, a menina volta na porta e chama o cachorro "Pantera, vem!". Criança acompanhando na urna eu tô cansado de ver, mas cachorro confesso que foi a primeira vez...

- Enfim... mas e o resultados?
- Resultados, ah sim, os resultados!

Apesar de mais uma confirmação de que no fundo quem manda no Brasil é o PMDB, se analisarmos o primeiro turno podemos destacar pontos interessantes no novo cenário que está sendo criado:


*No âmbito nacional, vitória moral de Marina Silva. Seu discurso e campanha apresentaram erros e contradições, mas a onda verde entrou em uma crescente e foi que foi. 19.636.359 votos (19,33%) que representam uma enorme fatia da população que procura uma alternativa diferente. A falta de outros candidatos com maior expressão, fez com que muitas pessoas enxergassem em Marina uma alternativa frente a richa eterna (vai acabar virando romance um dia) entre PT e PSDB. O eco-capitalismo do PV atingiu índices surpreendentes, mas e agora? Para quem vão os votos de Marina? Cenas dos próximos capítulos.

*Plínio representa um capítulo a parte. Concordo com o meu tio quando diz que o Plínio ganhou prestígio por poder falar o que quisesse, sabendo que não iria ganhar. De certa forma, acho que é por aí. O velinho foi sagaz como ninguém nessa eleição. Quando se viu excluído do Debate Folha/UOL ligou a sua webcam e... golaço! O colossal deu um banho com a sua transmissão alternativa, e nem a Globo ousou deixá-lo de fora depois disso. Foi apenas um dos grandes feitos de Plínio. O mais marcante para mim, porque foi quando tive certeza que era ele que me representava naquela disputa... Parabéns Plínio, foi colosso!


*No cenário carioca, não houve nenhuma surpresa em ver Wagner Montes e Anthony garotinho como campeões de votos nas disputas, respectivamente, para deputado estadual e deputado federal. Também não surpreende ver as crias de Garotinho e Picciani figurando entre os mais votados. A grande e grata surpresa, está nos segundos colocados: o deputado estadual Marcelo Freixo, 177 mil votos, e o deputado federal Chico Alencar, 240 mil votos, ambos do PSOL, ambos reeleitos. Carregam consigo muito mais que um partido ou uma bandeira. Assim como o significado do êxito obtido por Marina e Plínio, os dois deputados representam a esperança de que pode e deve ser diferente. Mais ainda, que podemos e temos força para fazer a diferença.

Não me surpreende nem me assusta que Tiririca tenha alcançado a incrível marca de 1.353.820 votos. Um voto tolo, a famosa molecagem. Só isso. Não poderia existir um deboche maior do que eleger um palhaço de verdade para conviver com tantos outros palhaços enrustidos e diversas outras figuras circences que circulam pelos corredores do Planalto. Um desperdício? Certeza que sim. Mas isso não é nenhuma novidade. Fica assim: agora está escandacarado! E podemos dizer "quer enganar a quem xará?", "nos meus eu confio". A coragem e coerência de Marcelo Freixo renovou a esperança de muitos, que assim como eu, precisavam resgatar o prazer de votar em alguém específico e sabendo muito bem o por que.

Pelo menos em meia dúzia ainda de políticos ainda merecem o nosso voto. São poucos, mas o suficiente para que a desistência seja uma palavra inexistente em nossos dicionários. Nos vemos daqui a 2 anos!

OBS) Fatos importantes ausentes nessa crônica foram propositalmente ignorados ou voltarão como temáticas futuras.

Anexo:
Marcelo Freixo responde os internautas

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sábia Decisão


Saudações!

Por diversas vezes somos questionados sobre a escolha pelo nosso time do coração. Por que você torce para time??? Para muitas pessoas essa é uma resposta fácil, considerando que normalmente existe uma pressão paterna que tem influência direta nessa decisão. No meu caso foi bem diferente…

Se não bastasse ser filho de tricolor, algo que poderia ter sido determinante em uma escolha tão importante, nasci no ano de 1984. Mais que isso, nasci menos de 1 mês da conquista do Brasileirão daquele ano pelo time pó-de-arroz. Meu pai vestiu a minha irmã (2 anos mais velha) com a camisa do Fluminense desde o berço e sempre tirou fotos que constam no álbum da família. Por algum motivo desconhecido que prefiro atribuir a uma explicação divina, ele nunca repetiu o feito com o seu filho mais novo (no caso, eu).

Meus pais se separaram e os anos se passaram… diferente de outras crianças, não fui levado a estádios por imposição. Além disso, fiz o jardim e o ca em um colégio onde futebol não era a temática das prosas entre crianças. As conversas giravam em torno de como fugir daquele lugar e cavar um túnel era o nosso plano preferido… até o dia em que uma das crianças foi flagrada portando uma faca em sua mochila.

Dessa forma, não despertei precocemente o interesse pelo futebol. A situação começou a mudar depois que eu troquei de colégio. No meu novo ambiente escolar, todos as crianças comentavam sobre futebol e (talvez por isso) nenhuma tinha o interesse de fugir dali. No início foi complicada a adaptação. Meus colegas de classe comentavam lances brilhantes dos campeonatos anteriores e dava bastante trabalho para uma criança de 7 anos fingir que lembrava daqueles fatos.

O tempo foi passando, eu já estava a alguns meses na nova escola e ainda não tinha time.

O ano era de 1992. Pra quem considera a CBF uma bagunça, naquela época era muito pior e o calendário era facilmente alterado. Tinha ano que o Brasileirão era disputado no primeiro semestre, em outros no segundo. No presente ano, o campeonato estava sendo disputado no primeiro semestre. Também nesse mesmo ano ocorreu uma histórica conferência ecológica conhecida como ECO-92. No evento, a sensação era a nova invenção revolucionária: o cartão telefônico, que viria a substituir as fichinhas de orelhão. Pois bem, o fato é que a ECO-92 antecipou as férias da criançada para Junho, mês do meu aniversário.

Resultado: em julho de 1992, eu já havia completado 8 anos, curtido minhas férias antecipadas, o Brasileirão chegava ao seu momento decisivo e… eu ainda não tinha time!!! Isso era um problema sério para uma criança que tinha aprendido a gostar de futebol e queria discutir e sacanear com solidez. Foi então que, na semana que antecedia o segundo jogo da final, eu defini que teria que escolher um dos dois finalistas: Botafogo ou Flamengo.

Talvez tenha sido a semana mais importante da minha vida e eu só tinha 8 anos. Naquela época não havia a internet para pesquisar sobre os times e eu não tinha parentes próximos me influenciando nessa escolha. O Flamengo havia ganhado o primeiro jogo por 3 a 0 mas isso não teve peso algum. Um belo dia eu cheguei da escola carregando o meu dilema e me deparei com o noticiário local. O RJTV 2a edição daquela noite trazia uma daquelas clássicas reportagens lights-clichês-pré-decisão ebntre dois grandes clubes cariocas. A reportagem focava no fato dos dois bairros com o nome dos clubes serem vizinhos e contava um pouco da história e perspectivas para o confronto. Ali eu tive certeza, eu era Botafogo, óbvio.

Na mesma semana, recuperei a minha auto-estima mirim e fiz questão de externar para Deus e o Mundo: EU SOU BOTAFOGO! O impacto foi tão forte que um colega de classe mulambinho me convidou para ir a grande final com a sua familia. E lá estava eu, com uma família de flamenguistas nas cadeiras inferiores do Maraca. Como a maioria sabe o setor era misto, portanto qualquer ataque fazia com que todos levantassem. Mesmo em pé, em cima da cadeira e pulando, com 8 anos eu não conseguia atingir a altura suficiente para assistir o jogo. Meu amigo dormiu no colo da mãe e eu me mantive persistente. O Flamengo ganhava de 2 a 1 e aos 43 minutos do segundo tempo… penalti para o Botafogo! Era tarde demais, boa parte da torcida alvinegra já deixava as dependências do Maraca. Foi então que eu consegui ver o lance!

Valdeir correu pra bola e marcou, 2 a 2. Esse foi o placar final, mas pra mim esse jogo sempre foi 1 a 0. Na saída do Maraca, o pai do meu amigo abordou um vendedor e comprou uma bandeira do Botafogo para me presentear. Antes de ter uma camisa do Botafogo, eu tive uma bandeira. Daí pra frente eu passei a falar com tanta convicção “SOU BOTAFOGO” que as portas se abriram naturalmente, tudo fez sentido.

No ano seguinte, dessa vez com 9, eu voltei ao Maracanã para outra decisão (a Conmebol). Apesar de esquecer meu óculos e ver tudo embassado daquele novo ponto de vista chamado arquibancada, pude gritar “É CAMPEÃO”. Mas essa é outra história…

“Você não escolhe o Botafogo, O BOTAFOGO ESCOLHE VOCÊ!”


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Recapitulando



Um post para romper o silêncio.

Toda vez que eu vejo a cara da Dilma ou do Serra, lembro que teremos fortes emoções em outubro e sabe se lá o que vai ser do Brasil com um desses dois no comando. Confesso que adquiri uma implicância com a soberba presidencial do Luiz Inácio, mas quando vejo as opções com reais chances de assumir o cargo máximo de uma pátria, vejo o quanto sentirei falta das gafes do Lula.

No Cenário Estadual, Cabral já ganhou, sejamos realistas. Sem menininho, Lindeberg, Wagner Montes e nem o César Maia na disputa, tudo fica mais fácil para Cabralzinho. Gabeira dificilmente conseguirá projeção em todo o Estado e os outros menos ainda. Triste cenário.

Procedência voltando a ativa, de olho no cotidiano e na campanha eleitoral!

domingo, 28 de março de 2010

Eu também vou reclamar

Meses se passaram e finalmente o jejum da palavra está sendo quebrado... Eu juro que gostaria de retomar as atividades por outro motivo, um que fosse útil de fato. Porém, entretanto, contudo, a quantidade de atrocidades que eu tenho lido/ouvido sobre o BBB me retomam a velha máxima do Mestre Rauzito: EU TAMBÉM QUERO RECLAMAR!


Primeiramente vou reclamar dos grandes pseudo-intelectuais radicais de merda do nosso Brasil. Eles estão na TV, na sua vizinhança e principalmente na sua faculdade. Enchem a boca para falar sobre a decadência do BBB e indagar: "como alguém pode gostar disso?", "ó, por isso que o país está assim" ou "o BBB é um zoológico". Se irritam tanto com o programa mas estão sempre acompanhando o que acontece... E o que seriam dessas pessoas sem o BBB? Precisariam se dar ao trabalho de arranjarem outros alvos e não irião conseguir encontrar um tão forte e significativo.

O realty-show em questão é um prato cheio para os falsos moralistas hipócritas. Para essas pessoas, acho que o correto seria que se calassem e plantassem árvores, afinal de contas enquanto estão falando mal do programa estão perdendo tempo para a luta por mundo melhor. Pois bem, eu quero um mundo melhor mas não planto árvores, sei que estou no erro. Mas não tenho o menor problema em admitir: assim como o povão em sua essência, gosto muito do BBB! Principalmente da parte mais podre da coisa, quando a chapa esquenta e fica todo mundo vidrado nos barracos. É pura diversão!


Confesso que a maneira como o merchan vem sendo colocado, enfiado goela abaixo, me irrita muito. A arrogância de Boninho também me incomoda. Me chama a atenção a reação negativa das pessoas em relação a adoração de mongolóides por algumas pessoas que estão lá dentro. Essas pessoas parecem não perceber que esse é apenas um dos reflexos da personalidade doentia de grande parcela da população brasileira. Aí sim, podemos pensar no absurdo que envolve a Rede Bobo. O câncer é anterior, reflexo da dominação e alienação e o BBB apenas externa um pouco disso.

Observo a aversão que criaram em relação a Dourado. O acusam de bruto, estúpido, grosso e homofóbico, mas na verdade o que torna o incomodo delas ainda maior é o fato dele ter virado uma modinha para os mongolóides. O fato de retardados inventaram uma tal de máfia e falarem os maiores absurdos não pode ofuscar a sagacidade e a coerência de Marcelo Dourado. Falar que ele é grosso tudo bem, mas ele nunca negou isso, não tentou forjar nada. É verdade porém que, talvez por não tentar forjar sua personalidade de forma que escondesse sua ignorância, tenha sido o responsável pela declaração mais infeliz de todos os 10 big brothers. Tal absurdo fez com que a Globo fosse obrigada a prestar esclarecimento por ordem judicial...

Enquanto eu termino esse texto, acabo de ver a defesa verbal de Dourado pelo título. Ele diz nem saber o por que de ter sido tão acolhido, e fala em força, honra, humildade... Um palpite do próprio reflete pelo menos o que eu acho que foi decisivo na sua popularidade: soube ser um bom jogador. Se retardados abraçaram a sua causa isso prova algumas coisas: o problema tão questionado pelos sensores é anterior ao Big Brother, a mentalidade confusa e doentia também é anterior a modinha que envolve a sua participação e as tentativas insistentes em atacá-lo por parte de outros jogadores como Dicésar se mostraram vazias e apelativas.


Para fechar, o público é o grande destaque da décima edição (de forma positiva e principalmente de forma negativa). Falo isso em relação as correntes virtuais de quem apoia Dourado e de quem o critica. Uma análise sólida sobre o assunto eu deixo para os especialistas em psicologia das massas, a quem cabe refletir sobre tudo que vem antes e corrompeu a alma dessas pessoas. Eu me reservo no direto de gostar de big brother, reconhecendo e admirar a eficiência do Dourado jogador.

E pensar que há muito tempo atrás eu andava pela Lapa na sua parte mais suja e esbarrei com o Dourado de olho roxo dando um rolé. Comentei "ih a lá, aquele cara do big brother" e escutei um anônimo qualquer falar "Ah lá aquele babaca do big brother". Achei graça da situação e pensei "que bom que enquanto eu apenas cito ele como um ex-integrante, alguém sempre olhará ele automaticamente como um merda". E vejam só como a vida dá voltas... Nunca imaginei que aquele babaca voltaria a casa tendo uma segunda chance, que chegaria tão longe e muito menos que torceria por ele.

Ah e máfia pra mim é "Máfia Wars", o resto é o resto.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Repetidas / Copa do Mundo

2, 16 (2), 20, 22, 38, 44, 62, 68, 73, 90, 101, 103, 109, 112, 115, 121, 125, 131, 138, 147 (2), 148, 149,182, 189, 190, 195, 196, 201, 202, 212, 218, 225, 235, 243 252, 253, 261, 271 (2), 279, 283, 284, 285, 286, 302, 306, 307, 316, 319, 325 (2), 326, 335, 339 (2), 340 (2), 341, 343, 346 (2), 357, 359, 366, 369, 374 (2), 375, 386, 394, 409, 412, 417, 428, 430, 441 (2), 445, 448, 453, 454, 456, 463, 465, 468 (2), 469, 485, 489 (2), 501 (2), 505, 510, 514, 521, 523, 531 (3), 533 (2), 546, 549, 561, 571, 573, 578 (2), 594, 596, 604, 606, 629, 635, 638

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